
Podemos aceitar viver em cárcere. Queremos nos nutrir de pensamentos abstratos para se conformar com o nosso mundo concreto? Eu tento entender porque aceitamos viver presos as coisas, pessoas, situações. Será que é mais fácil aceitar o óbvio e nos conformar com a nossa realidade? Será que é medo do mundo querer viver no cubículo mental. Essa angustia talvez me consuma, a aceitação está ligada ao meu Não. Eu não aceito porque eu quero, eu aceito porque o inverso é mais difícil. Não é medo do difícil, é medo de não ser entendido. O cárcere não está me movendo, me fazendo pensar, porque é um cárcere contratual onde sei que estou errando tenho a opção de mudar, mas não quero porque posso sentir falta da minha prisão. Talvez... Digo talvez; mudarei hoje. Tentarei não aceitar os fatos e mudar meus atos.O cárcere não me deixa falar, embora seja opcional. Estranhamente essa prisão seja poética, porque eu tenho tudo, posso ser quem quiser não me preocupo com as contas e tenho motorista. Mas será que o cárcere é me conformar com as regalias que não vem de mim?
A aceitação de ter tudo me faz não querer lutar? O cárcere é privado está selado até que um dia eu diga “ Você esta absolvido”.
Não quero liberdade condicional, quero total. Afinal já estivera preso.
A aceitação de ter tudo me faz não querer lutar? O cárcere é privado está selado até que um dia eu diga “ Você esta absolvido”.
Não quero liberdade condicional, quero total. Afinal já estivera preso.
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